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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

AVATAR(ILUSTRAÇÃO)

Este ano, vários recordes do cinema estão sendo quebrados. O filme Avatar, de James Cameron, se tornou a produção mais cara da história. Orçado em 600 milhões de dólares, o filme arrebatou multidões, se tornando a maior bilheteria de todos os tempos e faturou aproximadamente 2 bilhões de dólares, uma marca nunca alcançada até então.
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Só para ter uma idéia, o filme encontra-se ainda em cartaz e com as salas do cinema sempre cheias! Mas pela ironia do destino e tristeza do seu diretor, o longa perdeu boa parte de suas premiações no Oscar 2010, sendo vencido pela sua ex-esposa Kathryn Bigelow, que faturou 6 estatuetas com o filme guerra ao terror. Já o filme do planeta Pandora faturou apenas 3.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

NOTÍCIAS "O PIOR FILME DE TODOS OS TEMPOS"

"Titanic" é eleito o pior filme de todos os tempos
10 de novembro de 2003

Pode parecer paradoxal, mas o recordista de Oscars junto com "Ben-Hur", com 11 estatuetas conquistadas, e a maior bilheteria da história do cinema foi eleito o pior filme de todos os tempos. A pesquisa foi realizada pela emissora de TV inglesa BBC, no programa One's Film 2003, onde o espectador votava naquele que considerava o pior filme de todos os tempos. Ao lado do romance de James Cameron ficaram: "A.I. Inteligência Artificial", de Steven Spielberg, e "Pearl Harbor", com Ben Affleck e Josh Hartnett. Particularmente, não gosto de "Titanic", mas dizer que é pior que "Pearl Harbor" já é demais, sem contar que "A.I." não merecia estar nessa lista

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

CASOS DE VAMPIRISMO

Um caso de vampirismo na Europa do século XVIII
O famoso caso Arnold Paole

Em 3 de março de 1732 a revista Le Glaneur Hollandais (1) publicou em detalhes um caso que daria início, na França, à discussão sobre a existência ou não dos vampiros. A publicação também passou a usar o nome vampiro – em francês vampire, até então era grafado vampyre – pela primeira vez. A história de Arnold Paul teve repercussão imediata em toda a Europa. Alguns anos depois em 1746, o Traité sur les apparitions des esprits, et sur les vampires, ou les revenans de Hongrie, de Moravie , e.(2) de Dom Augustin Calmet trazia a descrição completa deste e de outros casos.


Há cerca de cinco anos, que certo heiduque habitante de Médreiga(3), chamado Arnold Paul, foi esmagado na queda acidental de uma carroça de feno. Trinta dias após a sua morte, quatro pessoas morreram subitamente da maneira que morrem, de acordo com a tradição do lugar, os que são molestados por vampiros. Alguém então lembrou que Arnold Paul havia frequentemente contado, que próximo de Cassova, perto da fronteira da Sérvia turca, foi torturado por um vampiro turco – porque eles acreditavam também que os que foram vampiros passivos durante a sua vida, tornavam-se ativos após a sua morte, ou seja, que os que foram sugados, sugam também quando revivem – mas que ele havia encontrado meio de curar-se, comendo terra do sepulcro do vampiro e esfregando seu sangue. Precaução que não o impediu contudo de tornar-se vampiro após a sua morte. Foi exumado quarenta dias após o seu enterro, e encontrou-se sobre o seu cadáver todas as marcas de um arquivampiro. O seu corpo estava vermelho, os seus cabelos, as suas unhas, a sua barba estavam renovados, e as suas veias estavam cheias de um sangue fluido, espalhado em todas as partes do seu corpo e sobre o lençol com o qual estava coberto. O Hadnagi, ou o bailio do lugar, na presença de quem fez a exumação, e sendo um homem especializado no vampirismo, fez atravessar, de acordo com o costume, no coração do defunto Arnold Paul uma estaca espessa e afiada que atravessou também o corpo, o que fez com que, diz-se, soltasse um grito pavoroso, como se estivesse vivo. Depois disto, sua cabeça foi cortada e seu corpo queimado. Após aquilo fez-se o mesmo procedimento nos cadáveres das quatro pessoas mortas pelo vampiro, para que não fizessem o mesmo aos outros à sua volta.
Todas as precauções não puderam entretanto, impedir que no último ano, isto é, ao fim de cinco anos, estes funestos prodígios recomeçassem, e vários habitantes da mesma aldeia perecessem. No espaço de três meses, dezessete pessoas de diferentes sexos e de diferentes idades morreram de vampirismo, alguns sem estarem enfermos, e outros após dois ou três dias de apatia. Conta-se, entre outros, uma moça chamada Stanoska, filha do heiduque Jotuitzo, que dormindo em perfeita saúde, despertou no meio da noite tremendo e gritando, dizendo que o filho do heiduque Millo, morto havia nove semanas, tinha tentado estrangula-la durante o sono. A partir deste momento definhou, e ao fim de três dias morreu. O que esta moça havia dito do filho de Millo o fez ser reconhecido como vampiro: então exumaram-no e encontraram-no como tal. Os dirigentes da região, os médicos, os cirurgiões investigaram como o vampirismo havia reaparecido, após as precauções que tinham tomado alguns anos antes.
Se descobriu enfim, após as investigações, que o defunto Arnold Paul não havia matado somente as quatro pessoas mencionadas, mas também vários animais que os novos vampiros haviam comido, entre eles, o filho de Millo. Com esta conclusão decidiu-se desenterrar todos que estavam mortos há certo tempo, e entre quarenta, encontrou-se dezessete com todos os sinais evidentes de vampirismo, sendo assim tiveram o coração transpassado e a cabeça cortada, em seguida foram queimados e suas cinzas foram jogadas no rio.
Todas as informações e execuções de que falamos, foram feitas juridicamente, de forma correta e atestada por vários oficiais de guarnição que estavam na região, pelo cirurgião major do regimento e principais habitantes do lugar. O processo foi enviado no fim de Janeiro passado ao Conselho de Guerra Imperial em Viena, que havia estabelecido uma comissão militar para examinar a verdade de todos os fatos.
É o que declarou o Hadnagi Barriarar, os antigos Heiduques, sendo assinado por Battuer, primeiro Tenente do Regimento Alexandre de Wirtemberg, Clickstenger, Cirurgião Major do Regimento de Frustemburch, além de três outros cirurgiões da Companhia, Guoichitz, Capitão de Stallath. (CALMET, 1751, Capítulo X)


As discussões ao redor deste caso e as publicações em jornais locais deram os ingredientes para a literatura, mais tarde, apropriar-se dos vampiros.

1. Le Glaneur Hollandais – Revista franco holandesa que circulava na corte de Versalhes (França). O caso Arnold Paul foi publicado na edição número 3 de março de 1732.
2. Tratado sobre a aparição de espíritos e sobre os vampiros ou os revividos da Hungria, da Morávia, etc.
3. Medvegia – Ao norte de Belgrado, numa área da Sérvia então pertencente ao Império Austríaco.

SEDE DE SANGUE!!!

Stephen(Richard Harrington)é um psiquiatra lutando para colocar sua vida em ordem depois da morte violenta de sua esposa.
Sobrevivendo coma dose maciça de medicamentos.tudo o que quer,é voltar para o trabalho.Sua primeira paciente nesse retorno é uma perturbada adolescente chamada Nina(Jaime Winstone).Com uma obsessão por sangue à beira da luxúria,seu comportamento sinistro ultrapassa a rebeldia que seria normal na sua idade.
Suas ações são apenas sintomas de uma vida infeliz em casa ou estão enraizadas em algo muito mais sinistro?
SEDE DE SANGUE é um triller psicológico que explora a tênue fronteira entre psicose e realidade através de um jogo de sombras e imagens assustadoras.

COMENTÁRIOS

Com certeza esse filme vale a pena assistir pois nos faz refletir sobre o quanto devemos agradecer a Deus pela nossa sáude nos livrando de doenças até mesmo desconhecidas mas existentes.

LICANTROPIA E VAMPIRISMO!!!

Licantropia e Vampirismo

O mito do Homem-Lobo se registra desde a Idade Média até nossos dias. Na Idade Média se cometia grande quantidade de crimes sádicos e sexuais que sempre terminavam por ser atribuídos a seres sobrenaturais, devido à superstição e ao medo da gente.

Alguns trabalhos curiosos comparam esses delitos sobrenaturais antigos com os crimes sexuais seriais executados por criminais contemporâneos, identificando as violações e os assassinatos atribuídos aos temidos homens-lobo com as barbaridades e sevícias levados a cabo pelos assassinos de hoje.
Em psiquiatria, a licantropia aparece como uma enfermidade mental com tendência canibal, onde o doente se imagina estar transformado em lobo e, inclusive, imitando seus grunhidos. Em alguns casos graves esses pacientes se negam a comer outro alimento que não seja carne crua e bem sanguinolenta.

Isoladamente, tanto as tendências eminentemente sociológicas, quanto as psicológicas e orgânicas fracassaram. Hoje em dia fala-se no elemento bio-psico-social. Volta a tomar força os estudos de endocrinologia, que associam a agressividade do delinqüente à testosterona (hormônio masculino), os estudos de genética ao tentar identificar no genoma humano um possível "gene da criminalidade".

Esses transtornos, normalmente diagnosticados como severas psicoses, apresentam concomitantemente um alto grau de histerismo, cursando com idéias delirantes e mudança total da pessoalidade e, como outras psicoses, não sendo possível separar a realidade do imaginado.

Antigamente, sendo as psicoses de difícil tratamento, proliferavam psicóticos esquizofrênicos e outros doentes mentais, como os sádicos, necrófilos e psicopatas em geral, os quais ocorriam à licantropia como via de saída para seus delírios ou seus instintos mórbidos.

Estes doentes se valiam, como ainda hoje, dos personagens da cultura e do folclore para solidificar a crença em poder transformar-se em lobo, e que, nas noites de lua cheia, seu corpo se cobria de pelo, seus dentes se tornavam pontiagudos e suas unhas cresciam até converter-se em garras. Possuídos por tais delírios, os doentes vagavam pelas ruas assediando suas vítimas, atacando, mordendo e, em algumas ocasiões, esquartejando e comendo partes de seu corpo.

O cinema retrata em diversos filmes essa doença onde a ficção encanta os telespectadores.
Há a versão moderna deste tema na Saga "CREPÚSCULO".